sexta-feira, 25 de março de 2011

Proxima Roda BEBEDUBEM


oi pessoal quero já deixar agendada as próximas Rodas.

Quinta-feira dia 7 de Abril das 19:00 às 21:00 horas
Tema principal: Licença maternidade e a volta ao trabalho. Amamentação e rotina com o bebe.
Vamos passar um filme de vinte minutos que trata do parto domiciliar e as evidências scientíficas. "De volta para casa"


Domingo dia 01 de Maio das 10:00 às 12:00 horas.
Tema principal: parto na agua. Como e porque o parto na àgua.
confirmar comigo por e-mail ou celular 91249820
AS RODAS BEBEDUBEM AGORA SÃO REALIZADAS NO ESPAÇO DO NOVO AFETO
praça do servidor publico, 14 sala 1
a praça se encontra no início da Av José Longo
fica de frente para a Igreja Batista

quinta-feira, 24 de março de 2011

Rumba das mães

Hoje eu estava assim assim, naqueles dias que a gente não se sente muito legal, tem dias assim, todos temos não?
Pois quando vi essa musica me emocionei, eu achei essa turma muito bacana.
A letra da música é muito simples.
Isso tem tudo haver com nossas Rodas.
Aproveitem!



Rumba de las madres

Mi abuela parió a mi madre.
Mi madre me parió a mí.
Todas paren en mi casa,
yo también quiero parir.
Yo quiero parir tranquila,
que nadie me meta prisas,
que mi chico esté conmigo,
por si hay lágrimas o risas.
Mi mamá me mima ma, mímame mamá, mamá.
Mi mamá me mima ma, mímame mamá, mamá.
Si pides, yo te doy teta;
Si lloras, te cojo en brazos;
Que gusto darte un abrazo
y llevarte en bicicleta.
María no tiene niños,
pero ella también es madre:
envuelve con su cariño
a quien se pone delante.
Mi mamá me mima ma, mímame mamá, mamá.
Mi mamá me mima ma, mímame mamá, mamá.
Tu quieres una mamá
y yo quiero tener hijitos;
muy pronto te iré a buscar
pa poder vivir juntitos.
Amatxik ama erditu zuen.
Amak ni erditu zuen.
Etxeko emakumeek erditzen dute,
nik ere erditu nahi.
Mi mamá me mima ma, mímame mamá, mamá.
Mi mamá me mima ma, mímame mamá, mamá.
Miña avoa pariu miña nai.
Miña nai pariume a min.
Todas paren na miña casa,
eu tamben quero parir.
L’àvia va parir ma mare.
Ma mare em va parir a mi.
Totes pareixen a casa,
jo també vull parir.
Mi mamá me mima ma, mímame mamá, mamá.
Mi mamá me mima ma, mímame mamá, mamá.
Música y letra Rosa Zaragoza

segunda-feira, 21 de março de 2011

Evento: astangayogadarshana




Vai acontecer um curso bacana em yoga no mês de abril que vale apena participar. Para quem nunca fez yoga, ou nunca praticou astangayoga.
Serão tres aulas por semana durante quatro semanas.
As gestantes pode fazer em aulas aparte por que o trabalho é diferenciado para elas.
Aproveite por que esse rapaz logo logo vai bater asa e voar para outro continente e quem perder essa oportunidade vai ter que esperar sentado.
Falar com o Rafael, pai de Sita uma bebedubem, muito bem nascida!

Tel.: (12) 3942-5178
conferir no site:
http://www.astangayogadarshana.com/

sábado, 19 de março de 2011

Laura Gutman: o papel do pai


O Papel do pai
Frente à angústia, a confusão, e o cansaço que sofremos quando temos filhos pequenos nós mulheres queríamos ter a mão uma série de “obrigações” para empurrar ao varão a quem percebemos mais livres e autônomos e com uma vida que não mudou tão drasticamente como a nossa. Somos nós mulheres quem necessitamos crer que um “bom pai” se ocupa de tal e qual maneira dos filhos que temos em comum. Mas quanto isto não ocorre, nos constrange o rancor e o desapontamento.

O papel que cada um assume são fatos culturais. Os personagens que repartimos entre todos para que uma cena possa ser representada. De forma que, quando uma criança entra em cena (ou nasce), todos os papéis que tínhamos nos atribuídos se desacomodam. Nós as mulheres nos encontramos em lugares que não havíamos disposto de nós mesmas, nos sentimos fora do mundo, sós, exageradamente solicitadas, destroçadas entre permanecer nos lugares onde havíamos forjado nossa identidade, ou pendentes das necessidades da criança pequena. Frente a este panorama observamos ao varão que não está nem destroçado nem lutando entre novas e velhas identidades, nem ferido, nem esgotado. Por tanto nos parece evidente que teria que assumir parte das tarefas que por caráter transitivo de gênero, assumimos quando nos tornamos mãe. E assim se põem manifestos os desacordos ocultos do casal.

Pois bem. Sobre tudo isso vale apena conversar. Porque a presença de uma criança nos obriga a pensar como vivemos, o que esperamos uns dos outros, que organização familiar estamos dispostos a construir e quanta generosidade temos disponíveis. Por outra parte, os papéis que assumimos serão funcionais de acordo a se planejamos juntos ou não. Por exemplo, se assumimos que a mãe vai se encarregar emocionalmente da criança, necessitará que alguém se encarregue emocionalmente dela. E o varão que tem ao lado dela possivelmente seja o melhor postulante para esse papel. Nesse caso não importa o que faz em função a paternidade não importa se dá o banho, ou se acorda a noite para acalmá-lo. Porque é pai na medida em que sustenta emocionalmente a mãe para que tenha forças afetivas suficientes para embalar a criança.

Em troca se a mães não tem disponibilidade emocional para a criança, ou não tem possibilidades de permanecer ao seu lado por que a economia familiar depende dela: possivelmente tenha um varão mais carinhoso e em aparência “bom pai” que se ocupa da criança. Sem embargo, de um modo pouco visível está obrigando a sua mulher a abandonar seu desdobramento maternante e desviando sua preocupação para a aquisição de alimento. Nestes casos, o varão não possibilita nem facilita uma permanência suave e dedicada da mãe até seu filho. E isto não é um dado menor, ainda que nós mulheres modernas crêssemos que a igualdade de direitos se baseia em que tanto as mulheres como os homens assumimos indistintamente a criação dos filhos: do ponto de vista da criança, não é o mesmo receber cuidados “ maternantes” femininos que cuidados “partenantes” masculinos. E isso que nem se quer estamos falando da amamentação, fato que requer permanência e disponibilidade insubstituível por parte da mãe.

O ideal seria que os papeis estivessem atribuídos para jogar o jogo familiar. A maioria das vezes isto não ocorre. Há um papel que poucas vezes assumimos, sejamos mulheres ou homens. É o papel de quem se despoja de suas próprias necessidades a favor das necessidades básicas impostergáveis urgentes e insubstituíveis das crianças pequenas. Quando subestimamos os tempos lentos das crianças, a necessidade de contato, de braços, de presença física e de escuta genuína, ninguém assume o seu papel.

Falar do que cabe ao pai fazer ou do que corresponde fazer a mãe, nos coloca na luta interminável por quem consegue resguardar mais de si mesmo. É verdade que nos falta jogar para a cena familiar. Na maioria dos casos ficamos sem família estendida, sem bairro, sem aldeia, sem mulheres experimentadas nem grupos de pares para fazermos cargo mancomunadamente das crianças pequenas. Estamos todos muito sós e exigidos. Nesse sentido, os varões que deseja ser bons pais tão pouco conseguem responder as expectativas. Falham. Estão cansados. Recebem palavras de desprezo. Se sentem pouco valiosos. Escassamente potentes. E supõem que deveríam fazer o que não fazem, quer dizer, chegar cedo a casa, se ocupar da criança, acalmá-la, brincar com ela, ser paciente.

Pensar o papel do pai dentro da família moderna tem que coincidir com o pensamento mais generalizado sobre como vivemos todos nós, como e onde trabalhamos, como circula o dinheiro, quem administra, como nós viramos a respeito do poder dentro das relações, como circula o amor e o dialogo dentro do casal e sobre tudo qual a importância que damos a liberdade e a autonomia pessoais. Porque é importante ter em conta que se estamos apegados a própria autonomia a criança não conseguirá receber o que precisa. E se recebe o tempo e a dedicação será em detrimento da liberdade da mãe. E desde esse lugar da perda de liberdade, nós as mulheres nos colocamos exigentes com os varões, queremos definir claramente qual papel eles deveriam assumir. Com o que estamos chateados uns com os outros. Por isso não passa por lutar para determinar quem tem mais liberdade, atribuindo deveres a torto e a direito, porém passa por revisar qual capacidade de entrega temos uns com os outros. A maternidade e a paternidade não combinam muito com a autonomia e a liberdade pessoal. Nesse ponto dá na mesma ser mulher ou homem.

Talvez seja tempo de olharmos honestamente e reconhecer o que é que cada um de nós está disposto a dar. Comprometermo-nos a isso e não mais. Aceitar nossas limitações e nos darmos conta que nos complementamos. Que há algo que o outro oferece que ele mesmo não seria capaz e que se não dá “tudo” que queríamos, não o coloca no lugar de “não dá nada” e sim “que dá algo diferente”. Desse modo perdem sentido todas as discussões sobre os papéis adequados, o que se deve ou não fazer frente a algo tão difícil como criar crianças pequenas.

Laura Gutman
Tradução Flavia Penido

http://www.lauragutman.com.ar/articulos.html

sábado, 5 de março de 2011

Baby Boom

Nos meses de Janeiro e Fevereiro nasceram muitos bebesdubem!


Ficamos felizes em termos de alguma forma feito a diferença de uma forma ou de outra para um nascimento consciente.

Hoje estou apenas compartilhando essa imensa alegria com nossas leitoras :O)
Minha homenagem a esses lindos bebes...du bem.

Bom Carnaval!

sexta-feira, 4 de março de 2011

Próxima Roda BEBEDUBEM


Mês de carnaval fica uma bagunça não?

Eu curto muito um feriado prolongado para passear com as crianças!

Bom vou marcar a Roda já!

sábado dia 19 de março das 10:00 às 12:00 horas.

inscrevam-se comigo. 91249820 ou flapenidoarrobaigpontcom.br

Vamos falar de... adivinha o quê? PARTO!


Será que saberei quando começar o trabalho de parto?Quais são os sinais de trabalho de parto?
Como ter certeza de que já é hora de ir para o hospital? Posso evitar de ser submetida a intervenções de rotina? Como?
A bolsa rompeu, preciso correr para hospital? o que preciso verificar?


depois de esclarecer essa e outra dúvidas de vocês, se sobrar um tempinho.

vamos falar da importância do parto para a mulher sob a otica do puerpério e vínculo afetivo mãe e bebe.
Vou estar passando praticas que ajudam a se relacionar diretamente com o bebe no ventre.
No espaço Novo Afeto.
que se encontra na praça do servidor publico,14. sala 1

abração

Nascer sem pressa

Saiu matéria sobre parto e abuso de cesáreas na revista Vale Paraibano. Parte da matéria saiu no site em saude.
http://www.valeparaibano.com.br/

por Leticia Maciel

Encontrar obstetras dispostos em encarar as longas horas do trabalho de parto não é fácil no Vale do Paraíba; índice de cesarianas na região chega a 49%, acima da média nacional de 35%

Se tempo é dinheiro, nascer sem hora marcada nos dias de hoje é um grande privilégio. Mas a pequena Flora Liz, de apenas quatro meses de idade, teve essa sorte graças à determinação e à coragem de seus pais, Marcela Veiga e Fábio Diniz. Quando souberam da gravidez, eles confiaram o pré-natal a um médico tradicionalista, certos de que o bebê nasceria de forma natural quando estivesse maduro e preparado para vir ao mundo. Porém, no oitavo mês de gestação, tiveram a notícia de que a indicação era de cesariana e acabaram decidindo fazer o parto arriscado em casa, em São José dos Campos, com a ajuda de uma doula (parteira) e uma enfermeira obstetra.
Conta Marcela que, desde o início, o médico se comprometeu a fazer o parto normal. No entanto, faltando um mês para Flora nascer, ele indicou uma cesariana por perda drástica de líquido amniótico. “Fiquei decepcionada. Eu queria ser a protagonista do nascimento do meu filho. Chamei o Fábio, voltamos ao consultório, e o médico frisou que, se não fizéssemos cesariana, estaríamos colocando em risco a vida do bebê. Quando Flora nasceu, vimos que a bolsa ainda tinha bastante líquido”, lembra Marcela.
O que aconteceu no consultório médico com Marcela e Fábio vem se repetindo com inúmeros casais. A busca por obstetras dispostos a encarar um trabalho de parto tem sido missão penosa, não só nas cidades do Vale do Paraíba, mas em todo o Brasil. De acordo com o Ministério da Saúde, 35% dos partos da rede pública são cesarianos, o que representa 80% dos nascimentos em todo o país. Na região, a média é de 49%, enquanto o preconizado pela OMS (Organização Mundial da Saúde) é de, no máximo, 15%. Em 2009, São José realizou 39% de cesarianas, Jacareí, 42%, Taubaté, 33% e Lorena, 83%.
Nos hospitais privados brasileiros, 84% dos nascimentos são feitos com hora marcada, ou seja, com intervenções cirúrgicas. Este cenário se repete nas maternidades particulares de São José e demais cidades do Vale. Para se ter uma ideia, o Hospital São José realizou 938 partos em 2010, dos quais apenas 168 normais (17%).
É consenso entre as gestantes, e profissionais da área também admitem, que isto vem acontecendo porque os médicos de convênios estão sobrecarregados e desmotivados pela baixa remuneração. Os profissionais de consultórios particulares andam com a agenda tão lotada que as pacientes não sentem segurança de que serão atendidas no dia do parto.
O médico Cesar Damasceno, obstetra com 25 anos de experiência e que atende em Jacareí, concorda que o relógio tem pressionado e que muitos profissionais hoje só aceitam fazer cesarianas. “Quando o médico marca o horário do parto, não precisa cancelar compromissos com a família, viagens, e nem a agenda do consultório”, explica.
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Marcela e fabio frequentaram nossas Rodas e participaram de nossos cursos.
Tivemos o privilégio de acompanhá-los nesse lindo processo.

Bom carnaval gente!